domingo, 5 de fevereiro de 2012

Sítio de Lugar Nenhum...

Volto sempre,
Ao sitio de lugar nenhum...
Onde a lua se bamboleia,
Tecendo redes de prata,
Ao ritmo de (a)mares de jasmim!
Onde os caminhos se (des)cruzam,
ladeados de horas que se escoam,~
Em linhas paralelas sem fim,
E todas a s placas indicam:
Destino... Lugar Nenhum!
Volto sempre... aos (a)casos,
Onde as andorinhas cantam beirais,
Em tempo (s)em Primaveras flor(idas),
sorvendo as brisas perfumadas,
que fustigam a árvore centenária,
sacudindo de suas vestes... folhas,
a imponência de um tempo (en)fim!
Volto sempre... ao sitio que me procura,
(E)lá tão procurado por mim!
E tanto é o (des)encontro...
Que já não sei se esse sitio,
É lugar Meu...
Se sou Eu... o Sitio de Lugar Nenhum!

Cristina Correia



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