Biobibliografia






José Carlos Moutinho

Pequena Biografia:

José Carlos Moutinho nasceu, no Sobralinho, V.F.Xira, em Junho de 1944.
Com 13 anos partiu para Angola. Em 1973, saiu de Angola e foi para o Brasil,
de onde veio definitivamente para Portugal em 1980.
Foi Delegado de Informação Médica e nos últimos anos,
Empresário na área da restauração.
Está aposentado e gosta de fotografia, para além da poesia.



Desde os 15 anos, que escreve poesia.
Porém, com o tempo, essa inspiração ficou um pouco esquecida nas páginas da vida.
Reiniciou as suas lides poéticas, em finais de 2009.

Tem dois livros editados: “Cais da Alma” (poesia) e “Angola, do Tejo ao Kwanza” (romance), pela Edium editores.


É membro dos “Confrades da poesia”
De “Horizontes da Poesia”
E de “Luso-Poemas”
Tem página com poemas seus na “Varanda das Estrelícias”, de Joaquim Evónio.
É presença regular em vários locais de tertúlias poéticas:
Especialmente “As noites de poesia de Vermoim”(Maia) e “Troca de Palavras”, na Casa Barbot (Gaia)
É membro da ACLAL (Academia de letras e artes plásticas lusófonas)      
 
Faz parte de algumas antologias, tais como:

HORIZONTES DA POESIA, Grupo de Joaquim Sustelo- Lisboa
INDIVISÍVEIS EMOÇÕES,  De Vila Nova de Gaia
FLOR DO INFESTA,  De S.Mamede de Infesta
POETAR CONTEMPORÂNEO II, De Edições Vieira da Silva

O seu blog de poemas, é este:

Para além da escrita, tem como hobby,a FOTOGRAFIA!!!!






Sobre Alvaro Giesta

Alvaro Giesta (Vila Nova de Foz Côa, 1950), pseudónimo de Fernando António Almeida Reis. Viveu em Angola entre duas guerras - a colonial e a civil - entre 61 e 75. Aos 16 anos aluno do Liceu Norton de Matos, Nova Lisboa, funda o jornal académico “O Baluarte” de que foi editor e redactor. Colabora nesta época, com o pseudónimo Moraes de Mello, no jornal académico " O Grito". Autodidacta nas coisas da escrita, desenvolve a sua actividade literária em vários sítios da internet.
Membro do “Movimiento Poetas del Mundo” com sede no Chile. "Cônsul de Poetas del Mundo em Barreiro - Portugal" desde Fevereiro 2008. Membro do WordArtFriends onde é Moderador Consagrados. Membro da União Lusófona das Letras e das Artes (ULLA) com sede em Cabo Verde. Membro da Associação Internacional de Escritores e Artistas, Brasil; Membro da Academia de Letras e Artes Lusófonas (ACLAL), Portugal.
Colaboração independente em: Jornal online ROSTOS; Recanto das Letras; Luso-Poemas; Mar de Letras; Espaço OBVIOUS com Foto-Poemas; Dá vida ao Blog http://alvarogiesta.blogspot.com/ e ao sítio www.alvarogiesta.com
Publicações: Co-Autor nas Antologias Escritores Brasileiros e Autores de Língua Portuguesa, RG Editores, Brasil, 3ª e 4ªedições 2006 e 2007; Co-Autor na Antologia Contos nos ii, 1ª Edição Julho de 2011, Edições Ecopy; Co-Autor na IV Antologia de Poetas Lusófonos 2011/2012, Folheto Edições & Design; Co-Autor na Antologia “Entre o Sono e o Sonho” 2011/2012, Edições Chiado. Com “Onde os Desejos Fremem Sedentos de Ser” (poesia), chancela da Corpos Editora, a convite do seu editor e integrado no concurso Ministério da Poesia, marca a sua estreia em edições a solo. O segundo livro “Meditações sobre a palavra”, sob a chancela da Remas Originais, a lançar dia 11 de Fevereiro de 2012, é um tributo a António Ramos Rosa, o poeta do presente absoluto.

 Lançará brevemente "MEDITAÇÕES SOBRE A PALAVRA"


 Sendo um apaixonado pelo escrita, também tem um fascínio pela FOTOGRAFIA!!!




 Falando de Odete Ferreira.....

Odete Ferreira, é professora do 2.º ciclo do Ensino Básico, leccionando, desde há alguns anos, Português. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, variante em Estudos Portugueses e Franceses, pela Universidade do Porto possui ainda uma pós-graduação
em administração escolar. Exerceu diversos cargos pedagógicos e diretivos. Casada e com um filho, nasceu e reside em Mirandela. Sempre escreveu, mas de forma esparsa, sendo essencial o brilho que confere às palavras no entendimento comunicacional com as crianças e jovens com quem trabalha, essencialmente na relação pedagógica e como professora tutora.

A escrita, com predominância a poesia, representa, actualmente o seu projeto pessoal mais apaixonante da sua vida rica em experiências humanas e sociais, sendo quase palpável, nos seus poemas, a sensibilidade de uma alma inquieta e em suspenso…

Antologias em que participou:

 ....e o seu livro editado!!!!


Para melhor e mais conhecermos a escritora Odete Ferreira, decidimos transcrever uma entrevista dada no mês de Agosto de 2011, na WAF Store.  

http://www.worldartfriends.com/pt/entrevistas/entrevistada-do-m%C3%AAs-de-agosto-de-2011-odete-ferreira

  
Que lugar ocupa a Poesia na tua vida?
Curiosamente, a poesia sempre esteve comigo, não em palavras traduzidas em poemas, mas na minha idiossincrasia, no sentido da minha forma de ser e estar na vida, nas coisas que fazia, nas que dizia, no contacto com as pessoas, nas crenças que pautaram o caminho que fui trilhando, sobretudo a nível profissional, já que, como professora e formadora de personalidades, a vida tinha de ter uma visão poética. A poesia, em forma de poemas, começou a ser relevante, apenas há cerca de ano e meio, fruto de estados emocionais intensos, no acompanhamento de crianças e jovens como professora tutora. Foi pelo poder encantatório das palavras que chegava, frequentemente, ao seu âmago, provocando um novo sentido para as suas vidas. Consequentemente, também para mim, se foi tornando uma espécie de exorcismo comunicacional, sentindo a necessidade de, pouco a pouco (ao divulgar os meus escritos) e talvez de uma forma indirecta, fazer emergir uma solidariedade emocional, junto de quem me lia. Ouvir dizer ou fazerem-me chegar ecos da sua identificação ou alívio para o seu interior sofrido, ao lerem poemas divulgados no meu blogue ou redes sociais, foi a força motriz para ousar mostrar o meu desnudamento interior, sem pudor. Logo, escrever (também em prosa) quase diariamente, virou uma adicção como outra qualquer; contudo, muito mais sã porque libertadora de emoções e desafiante em termos de construções mentais. Em suma, a linguística foi sempre uma paixão avassaladora, correndo-se o risco de se tornar narcísica.


 O que sentes pela WAF?
Descobri-o pela mão de um amigo virtual – agora real – , o Henrique Fernandes, que um dia me escreveu uma mensagem (deve estar a fazer um ano), aconselhando-me a que me inscrevesse no site. Demorei alguns meses a conseguir (altura da remodelação), mas quase logo iniciei as postagens. Senti-me, desde então, em casa. O bom acolhimento foi percepcionado pela informalidade e natural simpatia dos membros. Apresentar-me a concurso para edição, em Janeiro, veio como se fosse o passo que tinha que dar, um desígnio não planeado mas sentido. O WAF está em mim de tal forma, que incentivo os amigos que escrevem ou ligados a outra forma de arte a inscrever-se no site.
 
 Como foi a sensação de ver a tua obra editada?
Primeiro tenho que fazer um preâmbulo: quando abri o mail ( por sinal tinha ido parar ao spam) a comunicar a decisão de editar, fiquei durante uns minutos a reler, tal era a incredulidade e espanto, além de ter guardado algum segredo sobre a publicação! Seguiu-se a azáfama de conciliar as tarefas profissionais com as desta nova vida. O entusiasmo passou a estar mais em evidência e aquele deslumbramento interior assomava quando falava no projecto, tornando-se quase palpável quando chegaram as provas. A capa, elogiada por todos quantos a conheceram e conhecem agora, aliada ao título que me surgiu de imediato, foram ingredientes acrescidos, levando-me a escrever dois poemas (um acróstico com o título do livro “Em Suspenso” e outro “Ninho de poesia”, ambos postados no site ) , que ilustram muito bem as sensações sentidas. Andava “Em Suspenso”...

Como foi conhecer pessoalmente algumas das pessoas com as quais partilhas esta comunidade?
Apesar da distância ainda ser um óbice para conhecer pessoalmente mais pessoas da comunidade, fiz questão de estar na festa de lançamento da Antologia “WAF 2011” , na Feira do Livro do Porto e no lançamento de algumas obras, a fim de privar com amigos que, sabia de antemão, ser um privilégio conhecer e partilhar ideias. Desde o “senhor editor”, à Adriana, ao Gi, à Patrícia, ao Henrique (...) até a outros membros com os quais não posso falar pessoalmente, sempre me fizeram sentir em família. Não foi preciso percorrer os passos e o tempo a que alude a raposa no “Principezinho” para criar laços de ternura!
 
 Fala-nos dos teus projectos futuros...
Vou continuar a exercer as funções adstritas à minha carreira de docência, emparelhando a escrita ao mesmo nível, quiçá, entrosando-a com elas. A par, fazer apresentações em escolas, participar em eventos literários motivando para o poder que a palavra tem sobre nós próprios e na mudança da mentalidade cultural portuguesa. A médio prazo, um segundo livro. Poemas há, apenas quero espaçar.
 
 Obras marcantes:
Tenho obras marcantes, conforme a fase etária em que as li. “A Selva” de Ferreira de Castro, aos 13 anos, os ditos clássicos entre os 15 e 20 anos (estrangeiros e portugueses), dos quais li mais do que uma obra, relevando “O Germinal” de Zola; ao longo da minha vida “adulta”, vou lendo algumas coisas do chamado “mainstream”, para me dar conta, sobretudo, da sua literariedade ou falta dela... Depois há obras que tenho que ler por obrigação e uma rima à espera de vez...

 Fonte de inspiração:
A vida, traduzida essencialmente nas pessoas; o meu “eu” e o “outro” contido no “eu”; a minha forma de ser, quase sempre insatisfeita, a minha “militância” como me disse há dias uma amiga.

 Filme Preferido:
Tal como as obras, também tenho vários filmes de que gostei particularmente. Os que contam uma boa história, com personagens de forte densidade psicológica. Um marcante, como expoente do meu romantismo (podem sorrir) “Love story”... Por vezes são mais os actores e actizes que me levam ao filme. “África Minha”, poderia revê-lo mais umas vezes.


 Canção de Eleição:
As canções de eleição são as dos meus momentos, a par com o ritmo que me é característico: a dança. Contudo, aprendi com o meu filho a gostar de géneros alternativos. A introdução de influências étnicas em ritmos mais actuais, conferem-me atractividade. O medieval, o céltico são evocações de mistério, de espiritualidade. Só para não defraudar, escuto sem me cansar “Magnificent” dos U2.

 Uma palavra que me defina:
Curiosidade, no melhor sentido do termo. Sem curiosidade não há conhecimento, Sem este não há adjectivos de acção que façam “pular” o mundo…

 O jantar perfeito:
Aquele que talvez ainda não tenha feito. Naturalmente que teria que ter os ingredientes imagéticos subjacentes: local idílico, pessoa/s do meu completo agrado e pratos que me surpreendessem...
                                           Fim 













Assim é o nosso..... 
                                                Carlos Cebolo!!!

Carlos António de Oliveira Cebolo, nascido a 07 de Fevereiro de 1951 no Lubango – Angola, onde fez o Curso Geral do Comércio na Escola Industrial e Comercial Artur de Paiva. Em Angola foi professor primário e veio para Portugal depois do 25 de Abril.
Em Portugal, não querendo ficar à espera de uma colocação na área do ensino, ingressou nas Forças de Segurança e depois de tirar vários cursos internos, chegou ao posto de Chefe Principal, encontrando-se actualmente na aposentação. Nesta situação, com mais tempo disponível, começou a escrever contos e fábulas infantis para a sua neta.
Tem neste momento um livrinho publicado pela Chiado Editora com o título “O País Encantado do faz de conta” e muitos outros no seu blogue.
 carlosacebolo.blogspot.com


 Livro editado - PAÍS ENCANTADO DO FAZ DE CONTA










Lançamento do livro









 A inconfundível Mel Almeida!!!
Amélia Júlia Almeida de Almeida, natural da cidade de Évora.
Desde muito cedo revelei um fascínio pelas artes, porém foi tardiamente que encontrei disponibilidade para me dedicar à minha maior paixão, a escrita. Dividida entre pincéis e telas, compôs quadros a óleo, revelando nas cores e composições a harmonia do meu espírito alegre e irreverente,,,
Mas, a escrita assumiu sempre um papel mais desafiante suplantando a “carreira” de pintora.
É na escrita que me realizo na plenitude. E, as poesias outrora guardadas na gaveta, foram rebuscadas e reescritas com a maturidade com a qual agora sinto a vida. E com as minhas memórias e emoções faço, com amor uso da palavra escrita, através da minha poesia.

Lançamento do seu livro de poesia "beijos de mel"...


















Não esquecendo a pintora que existe na escritora...ou vice versa